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Larissa, 25, designer e ~fotógrafa~, filmes, livros, música, gatos, coelhos, gordices e risadas fora de hora, toda hora.

Estava procurando umas fotos do filme “Drive”, quando me deparei com um paper doll do Ryan Gosling. Quem nunca sonhou em ter um personal Ryan Gosling, não é mesmo? Acabei caindo no trabalho do ilustrador Kyle Hilton, que além de desenhar bem pra caramba, fez essa série de paper dolls de personagens de filmes e seriados. É muito bacana para quem conhece, pois os desenhos são cheios de detalhes! Separei os meus favoritos aqui, mas no tumblr dele é possível encontrar mais de 50 imagens para imprimir e montar.

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Depois de um tempão sem ter um post desse tipo, estou de volta! Passei por um momento meio difícil de leitura. Mudei de trabalho no final do ano passado, estou trabalhando bem mais perto de casa, o que é bom, claro. Acontece que eu não tenho costume de ler em casa, geralmente uso o tempo livre pra assistir filmes e seriados, jogar video game… E se antes eu passava pelo menos 2 horas do meu dia no ônibus, hoje passo 30 minutos. E me vi presa nisso, “sem tempo” pra ler. Até tentei no começo, mas quando a leitura começava a fluir, era hora descer do ônibus, hahaha, e daí desisti.

Mas isso estava me incomodando muito, e prometi pra mim mesma, que se era esses 30 minutos que eu tinha pra ler, era eles que eu usaria, e está dando certo. Mesmo que seja um livro por mês, pelo menos estou lendo. Agora, quando o livro começa a ficar bom, até tenho lido mais em casa. Mas vamos lá, os livros de abril:

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Comecei com uma HQ, Pagando por sexo, do Chester Brown. Comprei na Geek Store em um momento de esperação, sabe? Aquelas horas que você espera alguém que se atrasa e não tem nada para fazer. Comentei um pouquinho dele nesse vídeo. É uma autobiografia de um cara que leva um fora da namorada, e no meio de tudo isso, decide que não precisa mais de relacionamentos e acaba decidido que daí em diante, só sairá com prostitutas. Não recomendo pra quem acha que o assunto sexo é tabu e não pode ser ~lido em público~, pois algumas coisas são bem na lata. Achei bem interessante, quem não tem curiosidade de como algumas coisas funcionam? As ilustrações não são aqueeela obra-prima, mas achei que casam bem com a proposta.

Depois desse li o Foras da Lei, que estava parado há tempos na minha estante. Também comentei no vídeo, e eu simplesmente amei esse livro! Gostei de todos os contos (os do Neil Gaiman e Nick Hornby foram os favoritos), as ilustrações, a capa, a jacket, enfim, tudo! Todos os contos, apesar de serem de autores diferentes, parecem ter uma unidade, mas é um livro bem para adolescentes, então tem que gostar desse gênero.

Estou enrolando tem quase um mês para colocar essas fotos aqui, pra ter ideia, o evento aconteceu dia 20 de abril! #shameonmeblogueira
Filworks Film Festival é um evento que premia os alunos da Academia Internacional de Cinema, e tive o prazer de conhecer um pouquinho dos projetos e torcer junto com alguns grupos. Foram fotos bem legais de fazer, já que o ~briefing~ foi mais diferente do que costumamos esperar de trabalhos para eventos e consegui trabalhar junto com a equipe de filmagem. Era possível brincar mais com o jogo de luz e sombra do palco e praticar o flash free, por exemplo. Consegui deixar o ISO mais alto e as fotos mais granuladas, coisa bem difícil em situações como essa. Ainda bem, rendeu uma experiência nova pro meu portfólio! O evento aconteceu no MIS. ;)

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Fazer a Amélie para esse projeto não estava nos meus planos. Eu achava que o cabelo dela era muito característico, e como o meu é totalmente diferente, não daria muito certo. Mas certo dia reassisti ao filme pela não sei qual vez, e fiquei pensando que talvez se juntasse alguns elementos marcantes mais uma edição bem parecida, até que podia dar um resultado bacana.

O mais legal, é que tem muitas cenas que poderiam ser reproduzidas, escolher três delas foi a parte mais fácil. Já que não tinha o cabelo, todo o resto teria que ser mais semelhante e corri atrás de uma camiseta vermelha (eu não tenho UMA blusinha vermelha, acho que por ser ruiva, fica muito too much information), as jujubas em formato de amora e o mais divertido: chapéu e máscara para dar vida á cena da Amélie-Zorro. Aliás, já tenho uma pequena coleção de chapéus por causa desse projeto, haha. A Amélie não usa delineador, mas como os olhos dela são muito marcantes, teria que dar um jeito nos meus, hahaha. Acho que sse foi o set que mais gostei até agora. Espero que vocês gostem também! ;)

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Algumas fotos do feriado, que se resumiu em conhecer o Templo Zu Lai (templo budista em Cotia/SP) e morrer de tanto assistir Once Upon a Time no Netflix. O templo é aberto para visitação, também tem algumas atividades para os visitantes, sejam praticantes ou não da religião, uma lojinha com artigos orientais e um restaurante vegan. É um lugar muito gostoso e bonito, e creio que seja mais proveitoso em época de festas, já que eu achei mais legal para tirar fotos e aproveitei para fazer um agradecimento (nunca é demais, né?).

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Eu achei que a parte mais difícil seria simpatizar comigo mesma em vídeos, mas na verdade foi exportar e salvar esse arquivo, HAHAHA. Isso porque foi feito com celular… impressoras e extensão bizarras de vídeos: não trabalhamos.

Mas então, gravei essa tag porque algumas pessoas fizeram e sou copiona, muah. :* Como disse no vídeo, foi muito divertido fazer, e tirando a parte de toda minha jequisse (e sei lá como eu cortei o começo e o final), até comecei a pensar em gravar outras coisas assim… mas vamos ver mais pra frente.

Os links que citei:
Tag da Mel;
Tag da Irena;
Tag da Ná;
Canal original que criou a tag;
Canal que traduziu a tag;
O post que mostro minha estante.

Espero que alguém veja esses 15 minutos, haha.

“Nenhum dos meus colegas de time estava preocupado se eu estava machucado ou não. Todo mundo continuava jogando como se nada tivesse acontecido.
Quando o jogo deu uma parada, perguntei ao Monsieur Flamini, ‘Você viu aquilo?’.
‘O quê?’
‘O que aconteceu quando você me deu a bola.’
‘Vi. Você a perdeu. Deu de presente.’
‘Eu não dei de presente. Alguém veio, me derrubou no chão e tomou ela de mim.’
‘Isso se chama marcar, Stefan. É melhor ir se acostumando.’

Então ser adulto é isso, pensei. Pode vir alguém e te derrubar na hora que quiser, e ninguém diz nada.”

- Nick Hornby, Foras da Lei

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A sensação de que seu autor preferido nunca vai te decepcionar. :)